
Cientistas identificaram uma nova classe de remanescentes estelares, Gandalf e Moon-Sized, que emitem raios-X sem uma estrela companheira, desafiando a compreensão tradicional da evolução estelar. Esses objetos ultramassivos, altamente magnéticos e de rotação rápida são produtos de fusões estelares violentas. A descoberta abre novas avenidas para entender a física de campos magnéticos extremos e a complexidade da morte das estrelas.

Astrônomos anunciam a descoberta de TIC-65910228 b (NGTS-38 b), um super-Júpiter com quase cinco vezes a massa de Júpiter, orbitando uma estrela brilhante em 180 dias, uma órbita excepcionalmente longa para um planeta transitante. Este "Júpiter morno" e sua órbita excêntrica oferecem pistas cruciais sobre a formação e migração de planetas gigantes, desafiando modelos existentes e abrindo novas portas para a compreensão da diversidade de sistemas planetários. A descoberta, fruto da colaboração entre TESS, NGTS e espectrógrafos de velocidade radial, posiciona NGTS-38 b como um alvo primordial para futuras missões como PLATO, prometendo aprofundar nosso conhecimento sobre alinhamento spin-órbita e a busca por exoluas.

Cientistas, utilizando o satélite Cheops da ESA, descobriram um sistema planetário incomum ao redor da estrela LHS 1903, que desafia as teorias atuais de formação de planetas. O planeta mais externo, surpreendentemente rochoso, parece ter se formado tardiamente e em um ambiente diferente dos outros mundos. Essa descoberta sugere que a formação planetária pode ser mais complexa e sequencial do que se imaginava, forçando a revisão de nossos modelos cósmicos.

A Colossal Biosciences, uma startup de Dallas, está na vanguarda da "desextinção", usando engenharia genética para trazer de volta espécies como o mamute-lanoso e o dodô. Sua nova sede futurista, com 5.109 metros quadrados, abriga 230 cientistas e reflete uma estratégia de branding que busca tornar a ciência acessível e emocionante. Além de seu ambicioso objetivo de ressuscitar espécies extintas, a Colossal também visa aplicar suas tecnologias para resolver problemas atuais, como a conservação da biodiversidade e a segurança alimentar, educando o público sobre os benefícios da modificação genética.

Novas amostras lunares da missão chinesa Chang’e-6, coletadas do lado oculto da Lua, estão desafiando a teoria do Grande Bombardeio Tardio, um evento cataclísmico que teria atingido o Sistema Solar há 3,9 bilhões de anos. A datação de rochas da Bacia de Aitken do Polo Sul em 4,25 bilhões de anos sugere que o pico de impactos pode ter sido um evento mais localizado, reescrevendo a cronologia da infância do Sistema Solar e com implicações para a origem da vida na Terra.

Um novo estudo sugere que o coração da Via Láctea pode não abrigar um buraco negro supermassivo, mas sim uma concentração colossal de matéria escura fermiônica. Essa alternativa não só explica a dança das estrelas centrais e a rotação da galáxia, mas também é consistente com a famosa "sombra" observada pelo Event Horizon Telescope. A pesquisa abre caminho para futuras observações que poderão redefinir nossa compreensão do centro galáctico.

O Telescópio Espacial James Webb está revolucionando a astronomia com descobertas que desafiam modelos cosmológicos, revelando uma complexidade química inesperada no universo primordial e um crescimento galáctico vertiginoso. Suas observações confirmam a formação direta de buracos negros supermassivos e expandem a definição de planetas, enquanto desvendam a origem de cometas e as primeiras supernovas. O JWST não apenas nos permite ver mais longe, mas com uma clareza sem precedentes, reescrevendo a história do cosmos.

Cientistas desenvolveram uma técnica inovadora para isolar unidades individuais de proteínas, como a SOD1 ligada à ELA, utilizando minúsculas jaulas moleculares. Essa abordagem revela interfaces proteicas ocultas, abrindo um caminho promissor para a descoberta de fármacos que inibem a agregação de proteínas, um mecanismo central em diversas doenças neurodegenerativas e virais.
Uma equipe internacional de astrônomos descobriu um gigantesco jato de rádio de 26.700 anos-luz emergindo da galáxia espiral barrada NGC 5938, apelidada de “Araish”. Esta descoberta desafia a compreensão de que jatos tão poderosos são quase exclusivos de galáxias elípticas, classificando Araish como um raro DRAGN espiral. O achado, baseado em observações multi-comprimento de onda, sugere uma reavaliação do papel do feedback de buracos negros supermassivos na evolução das galáxias espirais.