
A NASA anunciou uma reformulação significativa do programa Artemis, adicionando uma missão preparatória em 2027 para testar módulos lunares comerciais em órbita terrestre antes de pousos tripulados. A decisão visa mitigar riscos e acelerar o ritmo de lançamentos do foguete SLS, priorizando a segurança e uma abordagem evolutiva inspirada na era Apollo. Essa mudança estratégica busca uma presença lunar sustentável e prepara a humanidade para futuras missões a Marte.

Cientistas da Utah State University desenvolveram o Cmod, um modelo de inteligência artificial baseado em Redes Neurais Convolucionais, capaz de prever erupções solares de classes M e X com precisão inédita. Utilizando dados de séries temporais multivariadas de campos magnéticos solares, o Cmod alcançou uma pontuação True Skill Statistics (TSS) de 0.86, superando abordagens existentes. Esta inovação representa um avanço crucial para a meteorologia espacial, permitindo uma melhor proteção de satélites, sistemas de comunicação e redes elétricas contra os impactos das tempestades solares.

A NASA classificou a missão tripulada do Starliner da Boeing em 2024 como um "incidente Tipo A", equiparando-a aos desastres do Challenger e do Columbia, devido a falhas de propulsores e preocupações de segurança que impediram o retorno da tripulação na nave. O relatório independente critica a liderança da NASA e da Boeing por deficiências de projeto, lapsos nos testes e uma cultura de tomada de decisões inconsistente com a segurança, exigindo dezenas de ações corretivas antes de novos voos tripulados. A Boeing, que já perdeu mais de 2 bilhões de dólares no contrato, agora enfrenta o desafio de reconstruir a confiança e implementar mudanças culturais significativas para garantir a segurança e a prontidão para futuras missões.

O administrador da NASA, Jared Isaacman, criticou duramente a Boeing e a própria agência por falhas de liderança e decisão que levaram a problemas graves com a espaçonave Starliner, deixando dois astronautas presos por meses na Estação Espacial Internacional. O incidente foi classificado como um "acidente Tipo A", evocando memórias de desastres passados e revelando pressões internas para manter o cronograma. A Starliner, que enfrentou múltiplos problemas técnicos, agora tem seu futuro incerto, enquanto a SpaceX permanece como o único "táxi espacial" americano para astronautas.

Cientistas do SwRI e NSF-NCAR desenvolveram o PINNBARDS, uma ferramenta de IA que usa dados de superfície solar para prever tempestades espaciais com semanas de antecedência, em vez de horas. Este avanço, que conecta observações da superfície à dinâmica magnética profunda do Sol, promete revolucionar a proteção de satélites, redes elétricas e astronautas. A tecnologia representa um salto na heliophysics, permitindo uma preparação sem precedentes contra os perigos do clima espacial.

A NASA se prepara para um crucial ensaio geral molhado do foguete Artemis II, simulando um lançamento lunar completo após a correção de uma falha em um filtro. Este teste é vital para validar sistemas e equipes, abrindo caminho para a missão tripulada à Lua, prevista para março, e reafirmando a liderança da agência na exploração espacial.

O foguete SLS da NASA se prepara para a missão Artemis II, um voo tripulado ao redor da Lua, com lançamento previsto para 6 de fevereiro. A agência oferece uma transmissão ao vivo 24 horas da nave na plataforma, enquanto a tripulação internacional se prepara para testar os sistemas e abrir caminho para o retorno humano à superfície lunar.

A NASA enfrenta desafios persistentes com vazamentos de combustível em seu foguete SLS, adiando o lançamento tripulado do Artemis II para março. Um novo teste crucial de abastecimento é realizado após reparos, visando garantir a segurança da missão que levará humanos de volta à órbita lunar após mais de 50 anos. O sucesso deste ensaio é fundamental para definir a data final do histórico retorno à Lua.