
Uma pesquisa inovadora na revista Nature sugere que os ancestrais arqueais dos eucariotos, as Heimdallarchaeia, já possuíam a capacidade de respirar oxigênio e produzir hidrogênio, desafiando modelos anteriores de eucariogênese. Essa flexibilidade metabólica teria sido crucial para o surgimento da vida complexa em um planeta em oxigenação. A descoberta, baseada em 404 genomas de Asgardarchaeota, redefine o papel do oxigênio na evolução da vida complexa.

Cientistas da Colaboração CMS no CERN alcançaram um marco na física de partículas, revelando a primeira evidência da resposta do meio de plasma de quarks e glúons (QGP) à passagem de partículas de alta energia. Ao estudar as correlações entre bósons Z e hádrons em colisões de íons de chumbo, a equipe observou uma modificação significativa nas distribuições de hádrons de baixa energia, consistente com a formação de uma esteira hidrodinâmica no QGP. Esta descoberta aprofunda nossa compreensão das propriedades do QGP, um estado da matéria que existiu nos primeiros microssegundos do universo, e valida modelos teóricos sobre a interação entre pártons e o plasma primordial.