radioastronomia

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O Grito Cósmico Mais Distante: MeerKAT Revela Megamaser de OH no Universo Jovem

O Grito Cósmico Mais Distante: MeerKAT Revela Megamaser de OH no Universo Jovem

Astrônomos, usando o radiotelescópio MeerKAT, detectaram o megamaser de hidroxila (OHM) mais distante já encontrado, a um redshift de z = 1.027, em uma galáxia fortemente lenteada gravitacionalmente. Essa descoberta sem precedentes abre uma nova janela para estudar a formação de galáxias e buracos negros supermassivos no universo jovem, quando tinha apenas metade de sua idade atual. O achado demonstra o potencial revolucionário de novas instalações de rádio para desvendar os processos mais energéticos do cosmos primordial.

Phys.orghá cerca de 1 mês55
megamaser ohmeerkatuniverso jovemgaláxias primordiais
Eco Cósmico: A Descoberta que Revela o Coração de Galáxias Distantes

Eco Cósmico: A Descoberta que Revela o Coração de Galáxias Distantes

Astrônomos, utilizando o radiotelescópio MeerKAT, detectaram o gigamaser de hidroxila mais distante já conhecido, em um sistema de lente gravitacional a z = 1.027. Esta descoberta abre uma nova era na exploração de galáxias em fusão e formação estelar intensa no universo primordial, validando o uso de lentes gravitacionais para estudar o cosmos distante. O achado oferece uma visão sem precedentes dos processos que moldaram as galáxias há bilhões de anos, pavimentando o caminho para futuras investigações com o Square Kilometre Array (SKA).

Phys.orghá cerca de 2 meses19
gigamaser de hidroxilaformação de galáxiasevolução galácticagaláxias distantes
Ouvindo o Cosmos: O Mapa Rádio Mais Detalhado do Universo

Ouvindo o Cosmos: O Mapa Rádio Mais Detalhado do Universo

Uma colaboração internacional utilizando o radiotelescópio LOFAR revelou o mapa rádio mais detalhado do universo, identificando 13,7 milhões de fontes cósmicas e o censo mais completo de buracos negros supermassivos ativos. A pesquisa, LoTSS-DR3, oferece uma visão sem precedentes de fenômenos energéticos, como jatos de buracos negros e formação estelar, e abre novas fronteiras para o estudo de campos magnéticos cósmicos e exoplanetas. Com 18,6 petabytes de dados e anos de processamento, este marco redefine a radioastronomia e pavimenta o caminho para futuras descobertas.

Phys.orghá cerca de 2 meses16
mapa rádio universoastronomia de rádiolofarburacos negros supermassivos