
Um estudo pioneiro do Jet Propulsion Laboratory quantifica os desafios monumentais da terraformação de Marte, revelando que a transformação global exigiria massas atmosféricas e capacidades industriais em escalas de exatoneladas e petawatts, muito além das capacidades atuais da humanidade. A pesquisa, liderada pelo Dr. Slava G. Turyshev, estabelece que, embora a paraterraformação regional seja plausível a curto prazo, a habitabilidade planetária completa só seria viável com um fornecimento massivo de voláteis e controle climático sustentado por séculos ou milênios, oferecendo uma análise rigorosa dos obstáculos físicos e de engenharia.

Um novo estudo, utilizando dados do rover Perseverance, sugere que o antigo Marte, durante a Época Noachiana, era um planeta quente e úmido, com chuvas persistentes, e não predominantemente frio e gelado. Essa descoberta, baseada na análise de minerais de argila na Cratera Jezero, reescreve a história climática marciana e tem profundas implicações para a possibilidade de vida ter surgido no Planeta Vermelho.