
Uma pesquisa inovadora do Georgia Tech, liderada pelo Professor Itamar Kolvin, revela que as heterogeneidades nos materiais podem tanto fortalecer quanto enfraquecer, dependendo do tipo de material e da velocidade da rachadura. O estudo desafia a sabedoria convencional, mostrando que a desordem natural pode ser mais eficaz que padrões de engenharia para aumentar a tenacidade, com implicações vastas para a engenharia de materiais e a geofísica.

Cientistas do IBEC criaram um biomaterial revolucionário à base de quitosana e níquel que se torna mais forte em contato com a água, desafiando a lógica dos plásticos. Derivado de cascas de camarão, o material oferece uma alternativa sustentável e biodegradável, com potencial para substituir plásticos em diversas aplicações. Essa descoberta marca uma mudança de paradigma, mostrando que materiais podem prosperar interagindo com o ambiente, em vez de se isolarem dele.