
Cientistas recriaram as condições do universo primordial, logo após o Big Bang, e encontraram a primeira evidência direta de que o plasma de quarks e glúons, uma 'sopa' a trilhões de graus, se comportava como um líquido coeso. Utilizando o LHC do CERN, a equipe observou a 'esteira' deixada por quarks ao atravessar esse plasma, confirmando previsões teóricas e aprofundando nossa compreensão dos primeiros microssegundos da existência do cosmos.

Cientistas debatem se a energia escura, força por trás da expansão acelerada do universo, está evoluindo ou se as discrepâncias observacionais são falhas em nossas medições. Novos dados do DESI mostram tensões com o universo primordial, mas o físico Slava Turyshev argumenta que imprecisões em supernovas e réguas cósmicas podem ser a causa. A discussão pode reescrever nossa compreensão do cosmos ou validar a precisão de nossas ferramentas.