
O Telescópio Espacial James Webb (JWST) realizou uma detecção inédita e crucial: a primeira observação de uma estrela progenitora de supernova Tipo II, a SN 2025pht, momentos antes de sua explosão. A estrela, uma supergigante vermelha massiva, estava envolta em uma densa nuvem de poeira rica em carbono, revelando um véu cósmico que pode ter escondido muitos outros progenitores e ajudando a resolver o mistério das "supergigantes vermelhas ausentes".

Uma colaboração internacional utilizando o radiotelescópio LOFAR revelou o mapa rádio mais detalhado do universo, identificando 13,7 milhões de fontes cósmicas e o censo mais completo de buracos negros supermassivos ativos. A pesquisa, LoTSS-DR3, oferece uma visão sem precedentes de fenômenos energéticos, como jatos de buracos negros e formação estelar, e abre novas fronteiras para o estudo de campos magnéticos cósmicos e exoplanetas. Com 18,6 petabytes de dados e anos de processamento, este marco redefine a radioastronomia e pavimenta o caminho para futuras descobertas.

Uma supernova superluminosa raríssima, apelidada de SN Winny, foi detectada a dez bilhões de anos-luz, aparecendo cinco vezes no céu devido a lentes gravitacionais. Essa descoberta oferece um novo método independente para medir a taxa de expansão do universo, a Constante de Hubble, prometendo resolver a intrigante "Tensão de Hubble" que desafia o modelo cosmológico padrão. A simplicidade do sistema de lentes da SN Winny permite uma medição de alta precisão, abrindo caminho para uma possível "nova física" e aprofundando nossa compreensão do cosmos.