
Júpiter, o maior planeta do nosso sistema solar, revelou-se ligeiramente menor e mais achatado do que se pensava, segundo um novo estudo internacional. Utilizando dados combinados das missões Pioneer, Voyager e, crucialmente, da sonda Juno, os cientistas obtiveram as medições mais precisas de seu raio polar e equatorial. Essa descoberta refina nossa compreensão da estrutura interna de Júpiter e demonstra o avanço notável das técnicas de exploração espacial ao longo das últimas cinco décadas.
Cientistas detectaram sulfeto de hidrogênio, a molécula do cheiro de ovo podre, nas atmosferas de quatro gigantes gasosos que orbitam a estrela HR 8799. Essa descoberta, feita com o Telescópio Espacial James Webb, resolve um mistério de décadas ao provar que esses objetos são planetas formados por acreção de sólidos, e não anãs marrons. O achado oferece uma nova ferramenta para classificar exoplanetas e pavimenta o caminho para a busca de bioassinaturas em mundos semelhantes à Terra.

Uma nova pesquisa revela que a habitabilidade de um planeta vai muito além da distância de sua estrela, exigindo um delicado equilíbrio químico interno. Elementos bioessenciais como fósforo e nitrogênio precisam estar disponíveis na superfície, o que é determinado pela quantidade exata de oxigênio durante a formação do núcleo planetário. A Terra se encaixa perfeitamente nessa rara “zona de Ricitos de Ouro Química”, sugerindo que planetas capazes de sustentar vida complexa podem ser muito mais raros do que se imaginava.