
Um novo estudo sugere que o centro da Via Láctea pode não abrigar um buraco negro supermassivo, mas sim uma colossal aglomeração de matéria escura fermiônica. Este modelo alternativo explica tanto a dinâmica das estrelas próximas quanto a rotação da galáxia, e até mesmo a famosa 'sombra de buraco negro' observada pelo Event Horizon Telescope. A pesquisa abre caminho para futuras observações que poderão redefinir nossa compreensão do coração galáctico.

Um novo estudo sugere que o coração da Via Láctea pode não abrigar um buraco negro supermassivo, mas sim uma concentração colossal de matéria escura fermiônica. Essa alternativa não só explica a dança das estrelas centrais e a rotação da galáxia, mas também é consistente com a famosa "sombra" observada pelo Event Horizon Telescope. A pesquisa abre caminho para futuras observações que poderão redefinir nossa compreensão do centro galáctico.

Astrônomos desvendaram o mistério por trás de um dos mais longos e intensos escurecimentos estelares já registrados, envolvendo a estrela ASASSN-24fw. O fenômeno, que durou mais de nove meses, foi provavelmente causado por uma anã marrom ou super-Júpiter com um colossal sistema de anéis, que bloqueou quase 97% da luz da estrela. Esta descoberta oferece uma rara oportunidade de estudar a formação de planetas e anéis em sistemas estelares distantes, com os pesquisadores aguardando o próximo escurecimento previsto para daqui a 42 ou 43 anos para novas observações.