
Astrônomos, usando o radiotelescópio MeerKAT, detectaram o megamaser de hidroxila (OHM) mais distante já encontrado, a um redshift de z = 1.027, em uma galáxia fortemente lenteada gravitacionalmente. Essa descoberta sem precedentes abre uma nova janela para estudar a formação de galáxias e buracos negros supermassivos no universo jovem, quando tinha apenas metade de sua idade atual. O achado demonstra o potencial revolucionário de novas instalações de rádio para desvendar os processos mais energéticos do cosmos primordial.

Astrônomos, utilizando o radiotelescópio MeerKAT, detectaram o gigamaser de hidroxila mais distante já conhecido, em um sistema de lente gravitacional a z = 1.027. Esta descoberta abre uma nova era na exploração de galáxias em fusão e formação estelar intensa no universo primordial, validando o uso de lentes gravitacionais para estudar o cosmos distante. O achado oferece uma visão sem precedentes dos processos que moldaram as galáxias há bilhões de anos, pavimentando o caminho para futuras investigações com o Square Kilometre Array (SKA).