
Um novo estudo utilizando a câmera ShadowCam na sonda lunar KPLO não encontrou evidências de gelo de água superficial generalizado nas regiões permanentemente sombreadas da Lua, em abundâncias acima de 20-30% em peso. Embora pequenas áreas com indícios de gelo tenham sido identificadas, a descoberta sugere que a Lua pode não ser tão rica em gelo superficial quanto se esperava. Isso tem implicações significativas para os planos de exploração lunar e a compreensão da distribuição de voláteis no Sistema Solar.

Uma nova pesquisa revela que o campo magnético da Lua, um enigma de longa data, era intermitente e forte entre 3,58 e 3,854 bilhões de anos atrás. O estudo estabelece uma ligação causal entre a geração dessa dínamo lunar e a erupção de basaltos ricos em titânio, sugerindo que o derretimento de cumulados de ilmenita no limite núcleo-manto impulsionava tanto o vulcanismo quanto o campo magnético. Essa descoberta reescreve a história geológica e magnética da Lua, oferecendo insights sobre a evolução de corpos planetários menores.