
Astrônomos desvendaram o mistério das supernovas superluminosas, as explosões estelares mais brilhantes do universo, ao observar um padrão único de 'chilreio' em suas curvas de luz. Essa assinatura, causada pelo efeito Lense-Thirring da Relatividade Geral em um magnetar central, confirma que esses objetos exóticos são o motor por trás de sua luminosidade extrema. A descoberta não só valida o modelo do magnetar, mas também oferece a primeira evidência observacional do arrastamento de referenciais em um ambiente tão violento, abrindo novas fronteiras para testar a física fundamental.

Cientistas propõem uma técnica revolucionária para detectar pares de buracos negros supermassivos em galáxias inativas, usando-os como lentes gravitacionais para estrelas de fundo. A variação quasiperiódica do brilho estelar, o QPLS, revelaria a presença e as características desses sistemas binários. Essa abordagem promete desvendar o “problema do parsec final” e abrir novos canais para a astronomia de multimensageiros, antecipando fusões de buracos negros supermassivos detectáveis por ondas gravitacionais.

Um novo estudo revela que buracos negros supermassivos ativos podem suprimir a formação estelar não apenas em suas próprias galáxias, mas também em galáxias vizinhas a milhões de anos-luz de distância. Usando o Telescópio Espacial James Webb, pesquisadores observaram que a radiação intensa de um quasar primordial impede o nascimento de estrelas em seu entorno intergaláctico, redefinindo nossa compreensão da evolução galáctica como um "ecossistema" interconectado.