
Astrônomos observaram o desaparecimento de uma supergigante amarela na Galáxia de Andrômeda, M31-2014-DS1, confirmando a formação de um buraco negro estelar através de um colapso falho. Dados do JWST e Chandra revelam um remanescente em desvanecimento com ejeção mínima de massa e um buraco negro central alimentado por acreção ineficiente. Esta é a evidência mais detalhada de um buraco negro nascendo de uma morte estelar silenciosa.

Cientistas desenvolveram uma nova abordagem para entender onde as supernovas explodem no meio interestelar, estudando estrelas massivas em estágio avançado antes de sua morte. Ao mapear o gás denso ao redor de gigantes vermelhas e estrelas Wolf-Rayet na galáxia M33, eles encontraram uma correlação entre a massa estelar e a densidade do gás, revelando que os ambientes de explosão não são aleatórios. Essa pesquisa oferece dados observacionais cruciais para refinar modelos de feedback estelar e a evolução das galáxias.

Astrônomos testemunharam a estrela WOH G64, 1.540 vezes maior que o Sol, transformando-se de supergigante vermelha em uma rara hipergigante amarela na Grande Nuvem de Magalhães. Esta metamorfose, observada em tempo real, pode ser o prelúdio de uma supernova e a formação de um buraco negro, oferecendo insights cruciais sobre o destino das estrelas mais massivas do universo. A descoberta de que WOH G64 faz parte de um sistema binário adiciona complexidade e novas questões sobre a influência de interações estelares na evolução e morte desses titãs cósmicos.

Astrônomos detectaram SN 2025wny, a primeira supernova superluminosa fortemente lenteada por uma galáxia, a um redshift de z=2. Este evento raro, apelidado de SN Winny, oferece uma nova e poderosa ferramenta para medir a constante de Hubble e resolver a crescente tensão cosmológica. Suas múltiplas imagens com atrasos de tempo significativos abrem uma janela inédita para a cosmografia de precisão e o estudo da evolução estelar primordial.