
Cientistas propõem uma técnica revolucionária para detectar pares de buracos negros supermassivos em galáxias inativas, usando-os como lentes gravitacionais para estrelas de fundo. A variação quasiperiódica do brilho estelar, o QPLS, revelaria a presença e as características desses sistemas binários. Essa abordagem promete desvendar o “problema do parsec final” e abrir novos canais para a astronomia de multimensageiros, antecipando fusões de buracos negros supermassivos detectáveis por ondas gravitacionais.

Cientistas propõem uma nova e engenhosa forma de detectar buracos negros supermassivos binários, transformando-os em lentes gravitacionais cósmicas. A técnica, chamada QPLS, usa a luz de estrelas distantes para mapear a dança orbital desses gigantes, revelando segredos sobre a evolução das galáxias e a natureza da gravidade. Esta abordagem promete abrir novas janelas para a astrofísica, oferecendo alertas antecipados para fusões de buracos negros e complementando observações de ondas gravitacionais.

Cientistas do Event Horizon Telescope (EHT) revelaram as primeiras pistas sobre a origem do jato relativístico da galáxia Messier 87 (M87), um dos fenômenos mais poderosos do universo. Ao analisar dados de 2021 com novas linhas de base, a equipe identificou uma região compacta a 0,09 anos-luz do buraco negro supermassivo M87*, que corresponde à provável base do jato. Esta descoberta crucial conecta as observações do buraco negro com a formação dos jatos, abrindo caminho para uma compreensão mais profunda da física dos buracos negros e da evolução galáctica.