
Cientistas, utilizando os telescópios Hubble, Euclid e Subaru, identificaram a CDG-2, o candidato mais forte a galáxia escura até hoje, localizada no Aglomerado de Perseu. Esta galáxia é quase inteiramente composta de matéria escura, com uma população estelar mínima detectada apenas através de um brilho tênue ao redor de quatro aglomerados globulares. A descoberta valida décadas de teorias sobre galáxias escuras e oferece uma nova metodologia para encontrá-las, abrindo caminho para a compreensão da matéria escura e da evolução galáctica.

Astrônomos desvendaram um enigma cósmico em RACS J0320−35, um objeto que desafia a compreensão convencional dos jatos relativísticos de buracos negros. Embora sua intensa emissão de raios-X sugira um jato apontado para a Terra, a ausência de raios gama, a fraca emissão de rádio e a baixa variabilidade contrariam essa hipótese. Esta descoberta pode indicar uma nova classe de galáxias ativas ou mecanismos de emissão de raios-X ainda desconhecidos, forçando uma reavaliação de como classificamos e entendemos os fenômenos extremos do universo.

Um novo estudo revolucionário utiliza simulações 3D avançadas e inferência bayesiana para rastrear a origem da partícula Amaterasu, o segundo raio cósmico mais energético já detectado. Desafiando a hipótese do Vazio Local, a pesquisa aponta para galáxias starburst próximas como M82 e NGC 6946, revelando um leque mais amplo de fontes potenciais e a complexa influência dos campos magnéticos cósmicos.