evidências científicas

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O Coração Magnético Oculto da Lua

O Coração Magnético Oculto da Lua

Uma nova pesquisa revela que o campo magnético da Lua, um enigma de longa data, era intermitente e forte entre 3,58 e 3,854 bilhões de anos atrás. O estudo estabelece uma ligação causal entre a geração dessa dínamo lunar e a erupção de basaltos ricos em titânio, sugerindo que o derretimento de cumulados de ilmenita no limite núcleo-manto impulsionava tanto o vulcanismo quanto o campo magnético. Essa descoberta reescreve a história geológica e magnética da Lua, oferecendo insights sobre a evolução de corpos planetários menores.

Phys.orghá cerca de 1 mês49
campo magnético lunarluamagnetismo da luahistória da lua
UAPs e a Ciência: Entre o Céu e o Ceticismo Rigoroso

UAPs e a Ciência: Entre o Céu e o Ceticismo Rigoroso

Em meio a recentes declarações sobre UAPs e vida extraterrestre, este artigo explora o que seria necessário para uma divulgação governamental verdadeiramente científica. Defendendo a união de mente aberta e ceticismo rigoroso, a reportagem argumenta que apenas evidências físicas concretas e dados verificáveis por laboratórios independentes podem validar alegações extraordinárias, em contraste com o sensacionalismo e a falta de provas que têm marcado as discussões públicas até agora. A busca por vida além da Terra é uma jornada científica complexa que exige rigor, transparência e paciência.

Phys.orghá cerca de 2 meses23
uapsovnisvida extraterrestrebarack obama
O Coração da Via Láctea: Buraco Negro ou Matéria Escura Exótica?

O Coração da Via Láctea: Buraco Negro ou Matéria Escura Exótica?

Um novo estudo sugere que o centro da Via Láctea pode não abrigar um buraco negro supermassivo, mas sim uma colossal aglomeração de matéria escura fermiônica. Este modelo alternativo explica tanto a dinâmica das estrelas próximas quanto a rotação da galáxia, e até mesmo a famosa 'sombra de buraco negro' observada pelo Event Horizon Telescope. A pesquisa abre caminho para futuras observações que poderão redefinir nossa compreensão do coração galáctico.

Phys.orghá cerca de 2 meses21
coração da via lácteaburaco negro supermassivomatéria escurasagitário a*

O Fantasma Cósmico: Revelando a Galáxia Quase Invisível no Aglomerado de Perseu

Astrônomos validaram a existência da Candidata a Galáxia Escura-2 (CDG-2) no Aglomerado de Perseu, uma galáxia quase invisível detectada primariamente por seus quatro aglomerados globulares. Esta é a primeira galáxia identificada puramente por sua população de aglomerados globulares, revelando uma emissão difusa extremamente tênue após análises aprofundadas de dados do Hubble e Euclid. Com uma fração de matéria escura que pode exceder 99,99%, a CDG-2 é uma das galáxias mais dominadas por matéria escura e aglomerados globulares já descobertas, redefinindo nossa compreensão da formação galáctica e da natureza da matéria escura.

Phys.orghá cerca de 2 meses24
galáxia quase invisívelaglomerado de perseufantasma cósmicocdg-2
O enigma cósmico: O coração da Via Láctea pode não ser um buraco negro

O enigma cósmico: O coração da Via Láctea pode não ser um buraco negro

Um novo estudo sugere que o coração da Via Láctea pode não abrigar um buraco negro supermassivo, mas sim uma concentração colossal de matéria escura fermiônica. Essa alternativa não só explica a dança das estrelas centrais e a rotação da galáxia, mas também é consistente com a famosa "sombra" observada pelo Event Horizon Telescope. A pesquisa abre caminho para futuras observações que poderão redefinir nossa compreensão do centro galáctico.

C. Marchesinhá cerca de 2 meses16
buraco negrovia lácteamatéria escurasagittarius a*
Buracos Negros Desgarrados: Uma Nova Ameaça Cósmica?

Buracos Negros Desgarrados: Uma Nova Ameaça Cósmica?

Astrônomos estão desvendando a existência de buracos negros desgarrados, objetos cósmicos que viajam a velocidades extremas pelo universo. Evidências teóricas e observacionais, incluindo detecções de ondas gravitacionais e rastros estelares em galáxias distantes, sugerem que essas entidades podem ser mais comuns do que se pensava. Embora a chance de um encontro com nosso Sistema Solar seja mínima, essa descoberta enriquece nossa compreensão do cosmos.

Phys.orghá cerca de 2 meses17
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