
Um novo estudo revela que a Lua teve um passado sísmico muito mais ativo do que se imaginava, com tremores lunares rasos desencadeando deslizamentos de terra e quedas de rochas no Vale Taurus-Littrow. Analisando dados da Apollo 17, cientistas estimaram que eventos sísmicos de magnitude 2.9 a 3.3 foram responsáveis por remodelar a superfície lunar há milhões de anos. Esta descoberta redefine nossa compreensão da geologia lunar e destaca potenciais riscos para futuras missões e bases humanas.

Cientistas da Georgia Tech estão desenvolvendo escudos eletrodinâmicos flexíveis para combater a poeira lunar, um dos maiores desafios para a presença humana de longo prazo na Lua. Testando materiais como cobre-poliimida e um novo óxido de grafeno reduzido quimicamente modificado (CMrGO), a pesquisa visa proteger equipamentos e habitats das partículas abrasivas e carregadas da Lua. Esses avanços são cruciais para futuras missões da NASA e da China, abrindo caminho para uma exploração lunar mais sustentável e segura.