
A missão Gaia da ESA está revolucionando nossa compreensão da Via Láctea ao mapear dois bilhões de estrelas com precisão sem precedentes. Desde 2014, Gaia realizou trilhões de observações de posições, movimentos, brilho e composição estelar, construindo o mapa tridimensional mais detalhado de nossa galáxia. Esses dados, liberados em etapas, estão permitindo aos cientistas desvendar a origem, estrutura e evolução da Via Láctea, com implicações profundas para a astrofísica.

O Telescópio Espacial James Webb (JWST) revelou a composição química detalhada de um disco de detritos planetários em torno da anã branca GD 362, um remanescente de um sistema planetário desfeito. A análise espectroscópica identificou silicatos como olivina e piroxênio, além de carbono, com abundâncias elementares notavelmente semelhantes às de meteoritos primitivos do nosso Sistema Solar. Embora a anã branca exiba um excesso de hidrogênio em sua atmosfera, o disco de detritos não mostra sinais significativos de água ou outros minerais contendo hidrogênio, levantando questões sobre a origem desse elemento.