
Um novo estudo utilizando a câmera ShadowCam na sonda lunar KPLO não encontrou evidências de gelo de água superficial generalizado nas regiões permanentemente sombreadas da Lua, em abundâncias acima de 20-30% em peso. Embora pequenas áreas com indícios de gelo tenham sido identificadas, a descoberta sugere que a Lua pode não ser tão rica em gelo superficial quanto se esperava. Isso tem implicações significativas para os planos de exploração lunar e a compreensão da distribuição de voláteis no Sistema Solar.

Um novo estudo revela que a Lua teve um passado sísmico muito mais ativo do que se imaginava, com tremores lunares rasos desencadeando deslizamentos de terra e quedas de rochas no Vale Taurus-Littrow. Analisando dados da Apollo 17, cientistas estimaram que eventos sísmicos de magnitude 2.9 a 3.3 foram responsáveis por remodelar a superfície lunar há milhões de anos. Esta descoberta redefine nossa compreensão da geologia lunar e destaca potenciais riscos para futuras missões e bases humanas.