
Um novo estudo revela que as luas geladas de Júpiter, como Europa e Ganimedes, podem ter herdado moléculas orgânicas complexas, essenciais para a vida, diretamente de seu berçário cósmico. A pesquisa indica que o aquecimento de gelos no disco circumplanetário de Júpiter foi a principal via para a formação desses compostos. Essa descoberta oferece um novo olhar sobre a habitabilidade desses mundos e guiará as futuras missões espaciais JUICE e Europa Clipper na busca por ingredientes da vida.

Uma nova pesquisa sugere que exoplanetas orbitando anãs vermelhas, como TRAPPIST-1e, podem não ser capazes de sustentar vida complexa devido à escassez de radiação fotossinteticamente ativa. A luz dessas estrelas, predominantemente infravermelha, favoreceria a fotossíntese anoxigênica, impedindo a acumulação de oxigênio atmosférico e, consequentemente, a evolução de organismos multicelulares. Isso redefine as expectativas para a busca por vida complexa além da Terra, focando em estrelas com espectros de luz mais semelhantes ao do nosso Sol.

Um novo estudo, utilizando dados do rover Perseverance, sugere que o antigo Marte, durante a Época Noachiana, era um planeta quente e úmido, com chuvas persistentes, e não predominantemente frio e gelado. Essa descoberta, baseada na análise de minerais de argila na Cratera Jezero, reescreve a história climática marciana e tem profundas implicações para a possibilidade de vida ter surgido no Planeta Vermelho.