
Astrônomos desvendaram J0846, um protocluster de galáxias em intensa formação estelar, há 11 bilhões de anos-luz, graças a uma lente gravitacional natural. Essa descoberta, realizada com o VLA e ALMA, revela onze galáxias compactas e em starburst, oferecendo um vislumbre sem precedentes da gênese dos aglomerados galácticos no universo primordial.

O levantamento ACES do ALMA está desvendando os mistérios da Zona Molecular Central da Via Láctea, uma região de intensa formação estelar e dinâmica galáctica. Com resolução sem precedentes, a pesquisa mapeia gases e moléculas para entender como as estrelas nascem e como o núcleo galáctico molda a evolução da nossa galáxia. Este esforço promete revolucionar nossa compreensão dos processos cósmicos mais fundamentais.

Um novo modelo astrofísico revela que estrelas extremamente massivas nos primórdios do universo foram cruciais para o enriquecimento químico dos aglomerados globulares e para a formação dos primeiros buracos negros. Essas gigantes cósmicas, mil vezes mais massivas que o Sol, alteraram a composição do gás primordial, explicando anomalias químicas observadas hoje e conectando-se a descobertas recentes do Telescópio Espacial James Webb.

Astrônomos testemunharam o desaparecimento de uma estrela supergigante na Galáxia de Andrômeda, M31-2014-DS1, que colapsou diretamente em um buraco negro sem explodir como supernova. A descoberta, baseada em dados arquivados do telescópio NEOWISE e confirmada por múltiplos observatórios, valida uma teoria de longa data e sugere que o fim silencioso de estrelas massivas pode ser mais comum do que se pensava. Este evento desafia nossa compreensão da evolução estelar e da formação de buracos negros, abrindo novas perspectivas para a astrofísica.