
Cientistas detectaram um evento de raios-X ultrarrápido e luminoso, EP250702a, que sugere a disrupção tidal de uma anã branca por um buraco negro de massa intermediária, um fenômeno há muito tempo previsto, mas nunca antes observado. Esta descoberta, liderada por pesquisadores chineses, oferece a evidência mais forte até o momento para a existência de buracos negros de massa intermediária e abre novas perspectivas para entender a evolução dos buracos negros no universo.

Cientistas propõem uma nova e revolucionária metodologia, a "sirene estocástica", para medir a Constante de Hubble, a taxa de expansão do universo. Utilizando o fundo estocástico de ondas gravitacionais (GWB) de fusões de buracos negros, mesmo em sua não-detecção atual, essa abordagem oferece uma medição independente que pode resolver a crescente "Tensão de Hubble". A ausência do GWB impõe limites aos valores da Constante de Hubble, e futuras observações prometem refinar essa medida, potencialmente revelando nova física cósmica.