
Astrônomos confirmam o desaparecimento da estrela M31-2014-DS1 na galáxia de Andrômeda, revelando o nascimento silencioso de um buraco negro de 5 massas solares. Observações do JWST e Chandra mostram uma ejeção de massa fraca e um desvanecimento contínuo, indicando um colapso estelar sem a explosão típica de supernova. Esta descoberta revoluciona nossa compreensão sobre a formação de buracos negros estelares, sugerindo um caminho mais discreto e comum para o fim de estrelas massivas.

Cientistas desenvolveram uma nova abordagem para entender onde as supernovas explodem no meio interestelar, estudando estrelas massivas em estágio avançado antes de sua morte. Ao mapear o gás denso ao redor de gigantes vermelhas e estrelas Wolf-Rayet na galáxia M33, eles encontraram uma correlação entre a massa estelar e a densidade do gás, revelando que os ambientes de explosão não são aleatórios. Essa pesquisa oferece dados observacionais cruciais para refinar modelos de feedback estelar e a evolução das galáxias.

Cientistas confirmaram a existência de cinco imagens da Supernova Winny, um raro evento cósmico onde a luz de uma explosão estelar é multiplicada e distorcida por duas galáxias atuando como lentes gravitacionais. Utilizando o Large Binocular Telescope e óptica adaptativa, a equipe de L. R. Ecker e A. G. Schweinfurth construiu modelos de massa precisos para as galáxias lentes, abrindo caminho para medições cruciais da taxa de expansão do universo e aprofundando nossa compreensão da matéria escura.

A missão Cheops da ESA está revolucionando a exoplanetologia ao caracterizar com precisão exoplanetas já conhecidos, focando em estrelas brilhantes e próximas. Ao medir o tamanho desses mundos, de super-Terras a Netunos, o Cheops permite calcular suas densidades, um passo crucial para compreender sua composição interna e testar modelos de formação planetária. Esta precisão sem precedentes preenche uma lacuna vital, conectando descobertas de novas missões com a caracterização detalhada para futuras investigações de habitabilidade.

Astrônomos desvendaram o mistério por trás de um dos mais longos e intensos escurecimentos estelares já registrados, envolvendo a estrela ASASSN-24fw. O fenômeno, que durou mais de nove meses, foi provavelmente causado por uma anã marrom ou super-Júpiter com um colossal sistema de anéis, que bloqueou quase 97% da luz da estrela. Esta descoberta oferece uma rara oportunidade de estudar a formação de planetas e anéis em sistemas estelares distantes, com os pesquisadores aguardando o próximo escurecimento previsto para daqui a 42 ou 43 anos para novas observações.