
Cientistas em Svalbard simularam o impacto do aquecimento ártico em plantas, combinando congelamento invernal com aquecimento estival. Inesperadamente, o salgueiro-polar submetido ao tratamento mais rigoroso não apenas sobreviveu, mas prosperou, produzindo mais biomassa do que as plantas de controle. Esta descoberta desafia expectativas e revela uma resiliência surpreendente da vida vegetal ártica, com implicações cruciais para a compreensão dos ecossistemas em um clima em mutação.

Pesquisadores chineses propõem uma solução inovadora para medir o orçamento de radiação da Terra, crucial para entender o clima: observá-la da Lua. Essa perspectiva única permite capturar a "impressão digital" radiante do planeta como um todo, filtrando o ruído climático local e revelando padrões essenciais. A abordagem promete revolucionar a climatologia, oferecendo dados mais precisos para modelos climáticos e previsões futuras.

Um novo estudo revela que a Antártida não é uma massa de gelo homogênea, mas um mosaico de bacias com limiares críticos distintos para a perda de gelo. Algumas regiões da Antártida Ocidental já podem ter ultrapassado seus pontos de inflexão, comprometendo uma perda de gelo de longo prazo, enquanto partes da Antártida Oriental estão em risco com aquecimento moderado. A pesquisa destaca a urgência de reduzir emissões para evitar uma cascata irreversível de derretimento e aumento do nível do mar.